terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Quem com porcos se mistura... - Douglas Fersan



Diziam os antigos que quem com porcos se mistura, farelo come. Deus me livre! Prefiro morrer de fome.
Essa máxima se aplica muito bem ao mundo religioso. Seja numa casa espírita, umbandista,
evangélica, católica...

Sempre existirão aqueles que por fé, caráter e honestidade, trilham o caminho do bem e seguem fielmente a filosofia que a sua religião prega. Da mesma forma existem os oportunistas, que entram nessas casas agindo como verdadeiros políticos, disputando status, poder, prestígio, sabe-se lá com quais intenções.

Felizmente não duram muito tempo. Mentiras não se sustentam, ainda mais em solo sagrado.
No entanto, esses seres ardilosos geralmente são sedutores. Possuem a lábia dos políticos, a saliva doce como mel e uma psicologia capaz de persuadir aqueles de mente mais fraca.
E nesse momento pratica-se a lei do livre arbítrio.

Os oportunistas não demoram a ser desmascarados e partem, mas não admitem cair sozinhos. Sempre - e isso é regra - tentam difamar a casa que os serviu. E pior ainda, levam consigo aqueles que por possuir inteligência menos privilegiada, caem em sua conversa.

Para a casa a qual deixaram, acredite: sua ausência será um alívio (tanto a ausência dos oportunistas quanto a dos que os seguem, afinal uma casa espiritualista precisa de espíritos fortes e preparados, não de pessoas que sucumbem às chamadas picuinhas). Que partam e sejam felizes.
Que sua nova opção lhe faça felizes. E provavelmente fará, afinal irão se deliciar do mesmo banquete de farelos com os quais se juntaram. E não podemos esquecer também que existe a lei da afinidade: os iguais se atraem no que tange o mundo espiritual.

A verdade é que temos que agradecer a Deus e aos oportunistas quando levam consigo que nunca foram sérias, honestas e fiéis com a casa que frequentaram.
Obrigado, oportunistas, cuidem bem de seus novos seguidores. Ah, mas é desnecessário pedir isso. Vocês saberão cuidar muito bem deles. Afinal são mestres em manipular pessoas e dada a inteligência pouco privilegiada de alguns, o sucesso será fatal. Que bom para vocês (e para quem permanece fiel à sua casa, melhor ainda).

No banquete sejam fartos e generosos. Haja farelo.
PS: esse texto não é uma indireta. É uma DIRETA para todos que agem assim.
Mais uma vez obrigado.

Douglas Fersan

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

A história de Iemanjá


Na mitologia yorubá (ioruba), Iemanjá, cujo nome tem significado de mãe dos filhos-peixe, é filha de Olokun, soberano dos mares, que deu a ela, quando criança, uma poção que a ajudasse a fugir de todos os perigos.

A deusa cresceu e se casou com Oduduá, com quem teve 10 filhos orixás (por isso seu nome significa também mãe de todos orixás). O ato de amamentar seus herdeiros fez com que seus seios ficassem enormes, e isso deixou ela com vergonha.

Cansada do casamento, Iemanjá resolveu abandonar Oduduá e ir atrás da felicidade. Nesta jornada apaixonou-se pelo rei Okerê. Porém, para ficar com ele, a Rainha do Mar exigiu uma condição: que seus seios enormes jamais fossem motivo de chacota, ele concordou imediatamente.

Os contos revelam que um dia Okerê bebeu muito e começou a zombar dos seios de Iemanjá. Ela ficou arrasada e fugiu. O rei tentou perseguíi-la para desculpar-se, mas já era tarde. A Rainha do Mar usou a poção que ganhou de seu pai para escapar, transformando-se em um rio que encontrava o mar.

Desesperado e com medo de perder a esposa, Okerê transformou-se em uma montanha, ele queria impedir o curso do rio, antes que este chegasse ao mar. Iemanjá pediu ajuda ao filho Xangô e ele, com um raio, partiu a montanha ao meio, permitindo que a água seguisse o seu caminho. Desta forma Iemanjá encontrou o oceano e tornou-se a “Rainha do Mar”.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Portão de ferro, cadeado é de madeira - Douglas Fersan


Entendendo os pontos de Umbanda:

"Portão de ferro, cadeado é de madeira".

Ora, de que adiantaria um portão ser de ferro, reforçado e seguro, se o cadeado fosse de madeira, podendo se deteriorar rapidamente com o tempo e até ser rompido pela ação de malfeitores?

Pois é... Justamente nessa aparente contradição é que reside a força dos nossos guardiões. O portão e o cadeado pode ser de madeira, de plástico ou até de papel. Se a casa tiver um bom vigilante, um "agente de segurança" fortalecido, firme e capacitado, ninguém passará por ele.

Justamente por perceber a fragilidade em que nos encontramos diante dos ataques espirituais é que reconhecemos que um cadeado de madeira não seria suficiente para guardar uma casa. Por isso em seguida clamamos: "Exu toma conta, Exu presta conta; seu Exu olha a nossa porteira".

Essa é uma das tantas metáforas que fazem parte do universo dos pontos de Umbanda. E que nos mostra a força dos nossos protetores quando são devidamente firmados e assentados dentro de uma casa espiritualista.

Douglas Fersan

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Minha tesourinha... - Douglas Fersan




"Oh minha tesoura grande, oh minha tesourinha. O que ele faz com a grande faço com a pequenininha".
Esse é um ponto de Umbanda bem antigo e tradicional, destinado a quebrar demandas e feitiços. Simples, singelo, mas que em poucas palavras diz tudo.

Quem se dedica a fazer o mal não costuma ter limites. Começa com um comentário maldoso, uma pequena fofoca, depois aumenta para uma sabotagem, uma armação, uma puxada de tapete... e no meio espiritual, costumam apelar para feitiços.
Aí os limites quase desaparecem. Gastam tempo e dinheiro elabora os piores feitiços, sacrificando animais, invadindo vidas, tentando ceifar a felicidade alheia. Não medem esforços nem dinheiro para seus objetivos escusos. Sabem, mas esquecem que a lei do retorno existe.


Se é para fazer o mal e ver a vida de seus desafetos cair em desgraça, movem mundos e gastam fundos. Fazem feitiços espalhafatosos (na maioria das vezes sem fundamento algum). Gastam rios de dinheiro e o precioso tempo que poderiam usar para estudar e se aprimorar enquanto espíritos encarnados ou até para ajudar alguém.

Pois bem. Depois de feito todo o feitiço, acreditam que são os super-heróis às avessas. Ficam se gabando do mal que fizeram, como se fosse bonito ter a alma perdida.

Mal sabem, ignorantes que são, que basta a fé e o auxílio de nossas entidades para quebrar tudo que o que fizeram, perdendo seu tempo e dinheiro. Basta o estalar de dedos de um preto velho para que todo o mal vá embora. Afinal, por mais que fiquem se gabando pelo mal que praticam, não chegam nem próximos às unhas dos dedos os pés do pretos velhos que com sua sabedoria destroem e afastam toda negatividade que os tolos se empenharam tanto em criar.

Falando da metáfora do ponto: com a sua pequena tesourinha, o bem destrói todo arsenal bélico que os tolos usam para fazer o mal. Salve a fé, salve o bem, salve os pretos velhos.

Douglas Fersan

domingo, 21 de janeiro de 2018

Lenda da Cabocla Jurema, por Frank Oliveira


A Lenda da Cabocla Jurema:

O sol girou uma vez mais ao redor da Terra e quando os raios da manhã tocaram a sua testa, a cabocla gritou:

- Sou Jurema!!!

E pulou do galho mais alto da árvore gigante e pareceu voar por entre os pássaros e outros seres alados da floresta; mergulhando no rio profundo, de onde emergiu, nadando com os botos que entendiam o seu canto:

"Cabocla
Seu penacho é verde
Seu penacho é verde
É da cor do mar

É a cor da Cabocla Jurema
É a cor da Cabocla Jurema
É a cor da Cabocla Jurema
Jurema"

Cabocla, filha valente de Tupinambá. Adotada pelo mundo, foi encontrada aos pés do arbusto da planta encantada que lhe deu o nome, e cresceu forte, bonita, com a formosura da noite e a firmeza do dia. Corajosa, a cabocla tornou-se a primeira guerreira mulher da tribo, pois a sua força e agilidade no manejo das armas e na ciência da mata, se tornara uma lenda por todo o continente; onde contadores de estórias, aos pés da fogueira, falavam da índia da pena dourada, que era a própria Mãe Divina encarnada.

Nada causava medo na cabocla, até o dia em que ela encontrou o seu maior adversário: o amor. Jurema se apaixonou por um caboclo chamado Huascar, de uma tribo inimiga chamada Filhos do Sol, e que fora preso numa batalha.

Os dias se passaram e o amor aumentava, pois o pior de amar não é amar sozinho e sim ser amado em retorno, pois exige do amado, uma ação em prol do amor.

Pelo olhar, o caboclo Huascar dizia:

"Oh doce Cabocla
meu doce de cambucá
minha flor cheirosa de alfazema
tem pena deste caboclo
o que eu te peço é tão pouco
minha linda cabocla Jurema
tem pena desse sofredor
que o mal destino condenou
me liberta dessa algema
me tira desse dilema
minha linda cabocla Jurema"

Jurema que aprendera a resistir ao canto do boto, ao veneno da cascavel e da armadeira, já resistira bravamente a centenas de emboscadas e que sentia o cheiro à distância de ciladas, não conseguiu resistir ao amor que fluia do seu peito por aquele guerreiro. Observando o caboclo preso, ela viu nos olhos dele, as mil vidas que eles passaram juntos, viu seus filhos, o amor que os unia além da carne e percebeu que não foi por acaso, que ele fora o único caboclo capturado vivo, e decidiu libertá-lo, mesmo sabendo que seria expulsa da sua tribo.

Na fuga, seu próprio povo a perseguiu, e em meio a chuva de flechas voando na direção do caboclo fugitivo, foi Jurema que caiu, salvando o seu amado e recebendo a ponta da morte que era pra ele, no seu próprio peito.

Conta a lenda, que o caboclo Huascar voltou a Terra do Sol e fundou um império nas montanhas andinas e mandou erguer um templo chamado Matchu Pitchu em homenagem a Jurema, onde, só as mulheres da tribo habitariam e lá aprenderiam a ser guerreiras como a mulher que salvara a sua vida. E no lugar onde a Jurema caiu, nasceu uma planta robusta e muito resistente que dá flor o ano inteiro, cujo formato exótico e o tom amarelo-alaranjado intenso chamou atenção de todas as tribos, pois tudo dessa planta poderia ser utilizado, desde as sementes, até as flores e o caule; e porque as flores dessa planta estão sempre viradas para o astro maior; ela ficou conhecida como girassol.

Texto de Frank Oliveira.

sábado, 20 de janeiro de 2018

Salve o rei das matas.



Na Umbanda, Oxóssi é um dos principais Orixás, responsável por uma Linha que abrange caboclos e caboclas no sentido estrito (índios que usam cocares) relacionadas a conselhos sobre cura física ou espiritual. Às vezes é personificado na figura do Caboclo, isto é, do índio, ostentando um cocar e portando arco e flecha. Sua cor é o verde.

Oxóssi ou Odé manifesta-se, no plano físico, através da fauna e flora do planeta. É o pulmão do universo. Além de exercer domínio sobre todos os elementos da floresta, manipula os valores medicinais e mágicos das plantas, das quais se utiliza para efetuar limpeza vibratória, material e espiritual, dos que dele se socorrem. Domina a força vital cósmica existente na seiva das plantas, aproveitando-se de suas emanações fluídicas para banhos e defumações destinados a descarregar as energias nocivas e equilibrar as forças energéticas do homem.

Oxossi é o orixá masculino iorubá responsável pela fundamental atividade da caça. Por isso, na África é também cultuado como Odé, que significa caçador. É tradicionalmente associado à Lua e, por conseguinte, à noite, melhor momento para a caça.

Comparece no plano emocional dos humanos com acentuada característica de afetividade, cooperação, companheirismo, certo grau de aventura e franca liberalidade. Seus "filhos de cabeça" dão ótimos artistas, seja qual for o segmento da arte escolhido, em virtude da latente sensibilidade e inteligência. No plano mental, descortinam inventos, sistemas e estilos engenhosos, admiráveis, de quase impossível enquadramento lógico ou sensata previsão de solução ou acabamento do problema, fruto de sua capacidade intuitiva.

Geralmente, os filhos de Oxóssi asseguram que não existe protetor mais constante.

Os festejos dedicados a Oxóssi são muito concorridos por diversos motivos entre os quais destacamos o início do ano religioso, a própria comemoração em que há uma natural e contagiante alegria, com o Templo enfeitado onde se destaca a cor verde, o chão do terreiro coberto de folhas, e galhos de árvores presos à parede recendendo um perfume silvestre. Na mesa, vários cestos ou alguidares cheios de frutas diversas - que serão distribuídas generosamente aos participantes e assistentes.

As entidades que pertencem à sua falange apresentam-se como caboclos e caboclas. Possuem uma manifestação altiva e emitem vibrações fortes e firmes.

Sincretismo: São Sebastião

Sua Guia (Fio de Conta): Suas guias são feitas geralmente com contas verdes e brancas, e em alguns casos, dentes de animais.

Sua Bebida: Vinho tinto, garapas e sumo de ervas em geral.

Sua Comida: Frutas não cítricas, milho, raízes, feijão fradinho torrado.

Suas ervas: Alfavaca do campo, jureminha, caiçara, arruda, abre caminho, malva rosa, capeba, peregum, taioba, sabugueiro, jurema, capim limão, acácia, cipó caboclo, goiabeira, erva de passarinho, guaco, guiné, malva do campo, são gonçalinho, Louro, cabelo de milho, eucalipto, manjericão, samambai.

Velas: Verde, branca

Símbolo: Arco e flecha

Data da comemoração: 20 de janeiro

Dia da Semana: Quinta-feira

Saudação: Oxóssi ê meu pai!; ou Okê Arô! - de OKÊ (monte) e AROU (título honroso dado aos caçadores). Significa: "Salve o Grande Caçador!"

Ponto de Força Vibracional: matas.

Oxóssi é a Natureza, especificamente nas matas e no reino animal. É o conhecedor das ervas e o grande curador. É a essência da nossa vida.

É o Caçador das Almas da Umbanda e como caçador procura arrebanhar Almas desgarradas para futuramente formar um só rebanho. É o Senhor da Doutrina, aquele que atinge o coração e a inteligência das Almas envoltas em suas vibrações.

Em caráter hierático, Oxossi lembra-nos o MÉDICO, DOUTRINADOR E PASTOR DAS ALMAS. Cura chagas, ensinando a substituição do ódio pelo amor, da luta pela trégua, da insubmissão pela submissão às Leis Divinas.

É o CAÇADOR DAS ALMAS, o orientador, aquela que mostra o caminho a ser seguido pela humanidade. Modificando inteligências e consciências, atuando na mente e no coração. Essa é a função hierática ou kármica de Oxossi.

Estes protetores atuam manipulando as ervas sagradas, liberando as mazelas que se assentam no corpo astral e mesmo as que se assentam no corpo físico, através das doenças. Liberam as energias mentais pesadas e grosseiras, ativando o intelecto de muitos Filhos de Fé. São mestres na Arte da Magia Vegetal, manipulando quantitativa e qualitativamente o prana acumulado nas ervas, quer sejam elas administradas em chás, banhos ou defumações.

Assim trabalha a Linha de Oxossi, incrementando o bem-estar astral e físico, livrando muitos Filhos de Fé do Desanimo e da Doença.

Seu filho tem um tipo calmo, amoroso, encantador, preocupado com todos os problemas. Um grande conselheiro pelo seu gênio alegre, muito embora com forte tendência à solidão. Incapaz de negar qualquer ajuda à alguém, sabe, como poucos, organizar o caminho para as soluções complicadas. Com respeito à sua própria organização familiar, é muito apegado as suas coisas e à sua família, à qual dedica atenção total no sentido de provê-la e encaminhá-la. Diante as dificuldades próprias é muito hesitante, mas acaba vencendo, sustentado pelo seu interior alegre e otimista. É carente. Não assume o problemas dos outros, mas fica lado a lado ajudando-os. Ama a Liberdade e a Natureza. O mato, as águas, os bichos , as estrelas, o sol e a lua, são a bússola de sua vida. Não discute a fé. Acredita e é fiel seguidor da religião que escolheu. Não é ciumento e muito menos rancoroso. Quando atacado custa revidar. Quando o faz se torna perigoso. É, neste particular, ladino como os índios. Pisa macio, mas é certeiro. Tem um gosto refinado. Gosta das coisas boas, veste-se bem e cuidadosamente.

O filho de Oxóssi é talvez o mais equilibrado. Para que sua vida melhore, deve despertar aquele gigante que habita sua essência, o que o tornaria mais disposto a encarar as suas próprias dificuldades.

Oxóssi é o senhor absoluto das florestas, prados e cerrados, matas e campos, onde floresce e reverdece a natureza fecunda, pulmões plenos de terra que tem a virtude de trazer o alimento vital, produto que é da seara: oxigênio puro do ar, além de todos os gases do cosmo.

Okê Caboclo, Okê Arô Oxóssi!

Fonte: http://umbandaestudo.blogspot.com.br/

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Bajuladores: uma erva daninha nos templos de Umbanda - Douglas Fersan



Uma realidade muito comum - mais do que imaginamos - nos terreiros de Umbanda e casas de axé em geral - é ambiguidade de comportamento de algumas pessoas.

Exitem aqueles que são fiéis e gratos, mesmo que os problemas da vida o impeçam de continuar frequentando a casa, honrando sempre aqueles que um dia os receberam de braços abertos.

Mas, infelizmente e comumente, existem aqueles que chegam travestidos de bons samaritanos. Entram para a casa, inicialmente de forma muito respeitosa. Recebem o carinho e a acolhida de todos. Mas a luz do sol e a verdade não se esconde para sempre. Logo se revelam bajuladores, e isso já é a demonstração de um traço duvidoso do caráter. Depois de conquistar um determinado espaço, de bajuladores se tornam manipuladores e fica evidente que seu comportamento não condiz com a casa que os recebeu. E os próprios orixás se encarregam de dar um rumo a essas pessoas.

Porém eles saem difamando e denegrindo a imagem daqueles que até há pouco tempo eles faziam questão de exaltar as qualidades. Tolos aqueles que caem nessa conversa superficial, infantil, maldosa, ingrata e burra.

A resposta para a pergunta a seguir é bem simples: falta caráter para quem sempre manteve a mesma postura ou para quem passou a maldizer aqueles a quem bem pouco tempo bajulavam?
Tire suas próprias conclusões.

Douglas Fersan