domingo, 7 de fevereiro de 2016
Malandragem na Umbanda é diferente de malandragem na vida.
Malandragem é linha de trabalho, Linha de Caridade, É Linha de Umbanda, não confundam com bandidagem. Hoje ando na Linha...
Sou Malandro, sou protegido por nosso Pai Glorioso Guerreiro São Jorge e pela energia de Ogum, com essa proteção levo a todos que me chamam a Segurança, a Paz e a Ordem...
Sou Jogador, mas não jogo com isso, pois sei que com proteção não se brinca! Na Navalha, no Carteado, no Chapéu, no Dado, na Cerveja, na Ficha, no Cigarro e até no Terço que carrego, tenho minha Magia e meus Mistérios, mas levo a malandragem a sério, como uma linha de trabalho e não um meio de levar vantagem sobre os outros. Proteção, Paz e Luz de nosso Senhor aos Filhos de Umbanda...
Salve a Malandragem!
Sr. Zé Pelintra.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Os dez mandamentos do trabalho espiritual: 10. Não usar os dons espirituais para obter vantagens pessoais.
10. Não abusar dos dons espirituais.
Manipuladas, as informações espirituais servem de álibis ou justificativas convincentes para os piores retrocessos. Usar o conhecimento esotérico para fins particulares tem consequências graves, pois ninguém profana impunemente o sagrado que pertence a todos.
Antídotos: Retidão e integridade.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Hierarquia também é fundamento - Douglas Fersan

É muito comum o iniciante de Umbanda empolgar-se com a religião. As velas coloridas, a roupa branca, a dança dos orixás e das entidades, o som dos atabaques, os pontos cantados... tudo isso contribui para que se crie uma aura de fascinação.
Porém o iniciante deve ser tratado como uma pedra bruta a ser lapidada até que se torne um diamante. Todo carinho e cuidado com ele são poucos.
Tão comum quanto a empolgação do iniciante é a sua possibilidade de colocar o carro na frente dos bois. O sujeito frequenta a Umbanda há apenas alguns meses, apenas sente a irradiação de seus orixás, sem incorporá-los de fato, e rapidamente já faz propaganda do "poder da sua mediunidade" e sai por aí dando atendimentos privados fora do terreiro, "à la carte", sem imaginar o risco que expõe a si e àqueles a quem presta atendimento. E quem nunca viu uma situação dessas que atire a primeira pemba.
Claro que procuramos entender que se trata de uma empolgação até mesmo no sentido de fazer o bem, mas não podemos negar que há aí também um (grande) ranço de vaidade, de mostrar que não a Umbanda ou as suas entidades, mas que a sua mediunidade o faz quase um super-herói.
Por isso é bom dizer novamente, que o neófito deve ser tratado como uma pedra bruta até que se torne um diamante. Caso contrário esse mesmo médium que um dia poderia se desenvolver se tornar um excelente trabalhador a serviço do bem, se tornará um médium vaidoso e rebelde, não respeitando a hierarquia do terreiro e nem mesmo os fundamentos da Umbanda, pois seu orgulho vai impedi-lo de entender que a hierarquia é necessária (o dirigente está lá por determinação do astral, e não por eleição ou aclamação) e que os fundamentos existem - para ele existirá apenas o que entender como correto, sem buscar explicações concretas para os fatos.
Um dia esse médium se rebelará contra seus irmãos-de-fé e, ainda que inconsciente, contra os próprios fundamentos da Umbanda, pois achará que ele, o super-médium é o único correto. E pior ainda, se afastará do caminho correto, arrumará um espaço que passará a chamar de "terreiro de Umbanda" e passará a atender os necessitados à sua maneira, mas por não conhecer os fundamentos mais básicos, acabará mais prejudicando do que ajudando. Aos outros e a si mesmo.
Douglas Fersan
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Os dez mandamentos do trabalho espiritual 09. Não se desconcentrar dos objetivos do trabalho.
9. Não se dispersar.
Estudar ou praticar demasiadas coisas ao mesmo tempo sem aprofundar-se em nenhuma delas leva a uma falsa sensação de saber. Nessa atitude, pode-se passar uma vida inteira andando em círculos, enquanto se faz passar por um sábio.
Antídoto: Concentração
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Os dez mandamentos do trabalho espiritual: 08. Não agir com demasiada rigidez.
8. Não agir com demasiada rigidez.
Encantada com as novas informações que lhe ampliam a consciência, uma pessoa pode se tornar intolerante. Ela tem a tentação de impor a sua forma de pensar e os seus modelos de conduta aos demais. Limitando a sua capacidade de ver a partir de outras perspectivas, ela perde o acréscimo de consciência que havia conquistado.
Antídotos: Tolerância e relaxamento.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Os dez mandamentos do trabalho espiritual: 07 - Não tomar medidas inconsequentes.
7. Não tomar medidas inconsequentes. O excesso de entusiasmo pode levar uma pessoa a romper com o seu círculo profissional e familiar sem necessidade. A metáfora do “salto no escuro” não deve servir de incentivo deslumbrado e irresponsável para que neófitos desestruturem as suas vidas.
Antídotos: Prudência e serenidade.
Os dez mandamentos do trabalho espiritual - 06: não se ache o messias da sua religião
6. Não se deixar levar por impulsos messiânicos.
A vontade de salvar os demais é uma armadilha fatal. A sua tela de fundo é a vaidade e a insegurança. Essa ânsia desmedida obstrui os canais de conexão com o mestre interior e bloqueia o processo de autoconhecimento, além de interferir no direito ao “livre-arbítrio de cada um”.
Antídoto: Confiança na existência.
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